quarta-feira, 9 de setembro de 2015


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11 propostas rejeitadas pelos suíços em referendos nos últimos anos (e ainda defendidas no Brasil)

 

 Possivelmente poucas questões sejam tão relevantes para os suíços quanto sua autonomia. Terceira nação mais rica do continente europeu, o país incrustado nos alpes entre as maiores potências da Europa continental está há exatos 200 anos sem envolver-se em guerras com outros países. É também o único país da Europa ocidental fora da União Européia, garantindo, entre outras coisas, o poder sobre sua moeda, o Franco Suíço.

A Suíça, 4º país mais armado e 5º mais pacífico do mundo, é mundialmente reconhecida pelos seus chocolates e por um dos mais confiáveis sistemas bancários do mundo. O segredo bancário, aliás, tal qual a liberdade econômica, é uma tradição. Graças a ele o país consegue, por exemplo, a proeza de emprestar dinheiro a juros negativos. Tudo isso em plena crise nas finanças de diversos países ao redor do mundo – a confiança inspirada pelos suíços de que os recursos não serão caloteados ou desvalorizados faz os investidores pagarem pelo direito de lhes emprestar dinheiro. 

Pouco conhecida, porém, é sua tradição na democracia direta. A Suíça é hoje o único país do mundo onde qualquer cidadão pode propor uma mudança na constituição, bastando para isso recolher 100 mil assinaturas e enviar a proposta ao Parlamento – que posteriormente a transforma em referendo, possível de ser aprovado ou rejeitado por maioria simples (mais da metade da população e mais da metade dos estados). Para mudar leis a prática é um pouco mais simples: bastam 50 mil assinaturas. Para gregos e brasileiros, acostumados a ver suas opiniões serem sumariamente ignoradas pelos seus governos, a Suíça provoca um espanto. Mais espantoso do que isso, porém, seria testemunhar a opinião dos suíços sobre questões que os partidos brasileiros (acompanhado de distintos movimentos políticos e de boa parte da grande imprensa) insistem em defender. Abaixo listamos 11 exemplos deles(V. todos no site, no link acima).
ALGUNS RELEVANTES: 
 

1 – Férias de 6 semanas (Rejeitado por 66,5%)

11 – Maiores restrições ao porte de armas (Rejeitado por 56,3%)