terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Do FACE, 
DESMISTIFICANDO

 


NATAL: A GRANDE MENTIRA DA SERPENTE

Por Tsadok Ben Derech

“O Cristianismo não destruiu o paganismo; ele o adotou”.
(Will Durant, The Story of Civilization, Caesar and Christ, Part III, 1944, página 595).

Quase dois bilhões de cristãos no mundo inteiro comemoram o Natal, alegando que “Jesus nasceu no dia 25 de dezembro”. Apesar de as Escrituras não mencionarem nada a este respeito, insistem os cristãos em celebrar a data, ignorando um fato de extrema relevância: a festa natalina é pagã e idólatra e, portanto, nunca foi comemorada pelos primeiros talmidim (discípulos) de Yeshua.

Já se lecionou, em outro estudo, que Yeshua(JESUS) provavelmente nasceu na festa de Sukot, existindo inúmeros indícios nas próprias Escrituras a este respeito (confira em: http://www.judaismonazareno.org/news/chag-hasukot-e-o-nascimento-do-mashiach-a-tora-viva1/).

A antiga adoração ao sol foi albergada pelo império persa na figura do deus Mitra. Esta divindade migrou para o império romano, tornando-se proeminente, visto que Mitra era também conhecido como o deus das honras militares:
“Na religião de Zoroastro, Mitra tem lugar secundário; mas, a partir do Cristianismo, logrou tão larga popularidade. Ignoramos inteiramente como esse culto veio do Irã para o oeste. Era particularmente caro aos grandes e aos soldados, que nele veneravam o deus do juramento e da glória militar.
Na época dos Flávios (de 70 a 96 d.C.) começaram a aglomerar-se os adoradores de Mitra, o Sol Invictus, ‘O Sol Invencível’. O império romano tornou-se o maior adorador do deus persa.
Como o Sol se ergue cada manhã acima do horizonte, assim Mitra, nascendo, saía de um rochedo; nos templos venerava-se a pedra cônica, de onde emergia uma criança nua, com boné frígio na cabeça; a data do nascimento do deus, o Natalis Solis Invicti, o Nascimento do Sol invicto, foi fixada no dia 25 de dezembro, quando o Sol começa sua carreira ascendente...” (Dicionário de Mitologias Europeias e Orientais, Tassilo Orpheu Spalding, editora Cultrix, 1973, página 159).

Fica claro, no texto citado, que o nascimento de Mitra era comemorado em 25 de dezembro, data associada ao deus Sol.  E esta é a origem do “Natal”, palavra que significa nascimento.
Consoante as lições do Pastor Protestante Alexander Hislop, na aclamada obra intitulada “The Two Babylons” (As Duas Babilônias), a Igreja Católica Romana promove a adoração de Nimrod e de sua esposa, sincretizados em Mitra, adoração esta que é disfarçada sob o manto do Cristianismo.

M.J. Vermaserem e C.C. Van Essen escreveram:
“Deve-se ter em mente que o Ano Novo mitraico começou no Natalis Invicti, o aniversário de seu deus invencível, ou seja, 25 de dezembro, quando a nova luz aparece a partir da abóbada do céu” (The Excavations in the Mithraeum of the Church of Santa Pricsa in Rome, página 238).

Por ser reputado o “deus Sol”, Mitra é representado com um sol em sua cabeça.
Percebam o sincretismo religioso: Mitra, que tem o sol na cabeça, nasceu em 25 de dezembro. Por sua vez, a Igreja Católica Romana decretou que Jesus também nasceu na mesma data, bem como o representou com o sol brilhando em sua cabeça.
       
FOTOS ACIMA. Da esquerda para a direita: 1) Mitra e 2) Jesus. Ambos estão com o sol na cabeça.