segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

ESTRATÉGIAS E INTENÇÕES!

Artigo por José Roberto da Silva Manso - sábado, 12 de dezembro de 2015




O ISIS e o Seu Plano Maligno
EI(Estado Islâmico): O ISIS é o mal e o mal é o ISIS!
A melhor maneira que os terroristas islâmicos arquitetaram para invadir a Europa e dominar, tomar à força, territórios que outrora foram domínio dos mouros, mais precisamente, na Idade Média, talvez seja esta que aí está.
No afã de demonstrar boa vontade e altruísmo, os europeus abrem inocentemente as portas, recebem como heróis a milhares de refugiados, num êxodo jamais visto, que fogem, não de uma guerra mas, de um trucidamento sem limites.
Como meta desses terroristas, o cristianismo e consequentemente os cristãos, são o seu alvo principal e predileto. Exterminá-los, é uma missão "sagrada", ampliando, propagando o islamismo sanguinário que constitui a sua bandeira de guerra.
Ao contrário do verdadeiro islamismo que não possui um cunho tão violento, apesar de determinados trechos de sua doutrina incitarem a uma Jihad ou guerra santa, os islâmicos são pacíficos, recorrendo muitas das vezes à diplomacia para solucionar conflitos. Assim acredita-se.
Mas o que dizer do judaísmo? É fácil criticar o islamismo devido as ações de grupos beligerantes que o utilizam como bandeira para promover guerras, guerrilhas e destruição de patrimônios históricos e invasões a países vizinhos. Mas o judaísmo, segundo as escrituras, e depois do advento dos meios de comunicação, pode-se perceber que nem tão pacíficos são aqueles em cuja nação nasceu o redentor da humanidade, Jesus Cristo.
Sob a bandeira da autodefesa, os judeus se tornam ferozes combatentes, guerrilheiros na melhor acepção da palavra. E, não é só nos dias atuais, que graças a mídia, se pode constatar isso. Na sua longa trajetória histórica, os hebreus, que deram origem aos atuais judeus, nem sempre foram pacíficos. O patriarca Abrahão mesmo, mostrou-se um guerreiro quando aliou-se a outros monarcas para combater inimigos. Josué liderou um exército que provocou a destruição da cidade de Jericó e, para não estender muito a historiografia belicosa deles, finalizo com o rei Davi, que derrotou filisteus e outras nações. Tudo em nome da sua religião.
Motivos justos? Analisando-se detalhadamente, segundo o contexto das escrituras, até havia pois, assim como esse grupo que se auto denomina Estado Islâmico, no passado longínquo também existiam terroristas, não tão bem aparelhados como nos dias atuais mas, relativamente, perigosos. E inimigos dos judeus, que como hoje, não aceitavam que eles se instalassem naquelas terras.
Porém, o grande perigo na atualidade, reside no êxodo em massa de refugiados que, segundo se propaga, fogem da guerra e do avanço do grupo terrorista ISIS ou Estado Islâmico. O perigo mesmo, aos desavisados, é a infiltração de terroristas estrategicamente misturados aos refugiados, com a finalidade de preparar o campo para uma investida islâmica, ou seja, soldados travestidos de refugiados, que perpetrarão atos terroristas em diversas cidades básicas, estabelecendo o terror e minando as chances de defesa e das reações militares, preparando o terreno para o domínio islâmico.
Isso faz até recordar o passado quando na Idade Média a Europa foi invadida pelos mouros. Isso tudo devido as investidas dos cristãos contra o domínio árabe de Jerusalém, induzido pelos papas da igreja católica, quando criaram as famosas cruzadas. E como o EI ou Isis é anticristão, pressupõe-se que suas intenções sejam as mesmas, implantar o islamismo em todo o continente e submeter os cristãos a conversão à sua religião. E os que se opuserem, certamente serão eliminados, inapelavelmente.
Hoje o Isis é uma realidade e um perigo constante. Seus objetivos principais são conhecidos, o restante, presume-se. A prevenção seria o melhor remédio entretanto, as nações europeias estão mais preocupadas em abrigar esses supostos refugiados e menos com a sua própria segurança. O pior inimigo é o velado. Quando abrirem-se os olhos e à percepção da razão, poderá ser tarde.
No Brasil, em decorrência do que se sabe do governo é que seus interesses mais primordiais em aceitar esses refugiados não é devido ao altruísmo de pessoas, de cidadãos conscientes e prestativos mas, interesses escusos diversos, visto o caráter do grupo que detém o poder no país. E como se pode presumir, dentre esses refugiados pode haver infiltrações de terroristas do Isis, que serão de utilidade em caso de uma guerra civil para o estabelecimento do tão propalado e almejado comunismo, dos pretensos socialistas brasileiros. Além dos outros refugiados mais próximos que já estão devidamente instalados no país.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
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